sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Vem meu amor...

Vem meu amor, não deixa a queda abalar teu sorriso. Levanta, me dá a mão... Por acaso você não lembra que eu prometi estar aqui?! Eu estou aqui meu bem, aquieta esse coração acelerado, diz pra ele bater só por mim... Não tem motivo pra chorar.
Enxuga essas lágrimas, e vem do meu lado. Eu cuido de você, não há mais nada pra te assustar. O escuro já passou, eu acendi a luz pra você! Tá vendo?! A lágrima já virou sorriso.


Era tudo que ela queria ouvir. Você a ganhou para sempre!




Não foi isso que eu ouvi de ti...

E quem é essa...

“Mas e quem essa que passa com olhar de alegria?



Veja... Que encanto, seus olhos parecem sorrir para mim! Mas ela não me vê... Não vê ninguém. Ela sorri para seus pensamentos, para sua alma. Que andar leve, que paz que transmite! Como pode ser tão bela, como é que pode ser tão feliz! Seu rosto demonstra a imagem daquela mulher que já sofreu, que já errou, mas que se ergueu de cada queda... E hoje carrega essa bagagem que por vezes se faz pesada, mas que é seu refúgio, seu lugar pra onde voltar quando o presente lhe sufoca. Veja, ela estende um lindo sorriso... Tão intenso, que dá vontade de rir junto só pra imitá-la. Mas quem é essa, que tanto ama, que tanto sorri, que tanto luta, que tanto cai e levanta, que nunca desiste...
Quem é a bela moça que por mim passa, e que nesses segundos me traz essa paz, essa alegria... Bela moça, continue a passar, venha leve me trazer felicidade... Nem que seja por estes segundos que vives a passar!”

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Passos Firmes

“O sol que acordou hoje, e iluminou meu rosto, não viu tristeza. E estranhou também não ver indecisão, nem dúvidas cruéis e confusas. Ele viu meu sorriso de canto, com ar de confiança, e ficou se perguntando: “Que se passa com ela!?” O que talvez ninguém vá entender, é que hoje começa uma mudança! Decidi voltar para o lado do bem. Não que eu estivesse antes ao lado do mal... Mas me sentia perdida, nem uma coisa nem outra, aquela tão temida “Pessoa Morna”. Decidi meu lado, saí de cima do muro. E o sol que me iluminou, presenciou passos firmes, cabeça erguida, e aquele sorriso de canto que mostrava alegria na decisão tomada. Escolhi meu rumo, levantei do fundo do poço! Sacudi a poeira, e não volto mais praquele lugar escuro, sem opinião.
Nossa maior virtude não é nunca cair, mas sim saber levantar depois de um tombo! Tá doendo ainda, eu tô mancando, e a ferida ainda não cicatrizou direito! Mas eu vou andando, e encontrando pessoas que me dão forças pra não desistir! E o sol continuou me iluminando com brilho questionador, ainda querendo saber o motivo daquele sorriso no canto da minha boca...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Invento

Eu fui inventando as tuas cores, e eu fui descobrindo teus tantos sabores.
De repente eu já me adaptava ás tuas camuflagens, e seguia todas as tuas regras, desse jogo de verdades!
Aquela brincadeira de te observar, de me fazer de você, virou coisa séria, e eu já não sabia não brincar.
Eu te via nos rostos da rua, eu te ouvia nas canções, e até no sorriso da lua.
Eu percebia cada movimento teu, e quando o vento soprava, parecia que me dava um beijo, igual o que você me deu.
O tempo foi testemunha de que eu muito relutei, e minha cabeça me detinha, lembrando de tudo que eu conquistei.
Mas de que me vale a razão, se era perdida nos teus olhos que eu me encontrava.
De que me adiantava a consciência, se era na tua loucura que eu descobria meu mundo.
Os ventos abençoaram nosso amor, e o nosso beijo, foi a lua quem iluminou. Selado pra sempre no meu coração, todo aquele tempo vai ficar. Nunca, nem depois de anos, nem depois de tantos planos... Ninguém nunca vai te apagar.
Você se foi, andando devagar, leve... Como a brisa que soprava.
Eu deixei, não ia te prender! Um ser tão belo... eu não saberia dormir tranquila sabendo que te privaria do teu viver.
Vai, anda... Segue teu caminho. Me deixa o teu brilho, me deixa teu sorriso... Me deixa!
Vai me deixando aos pouquinhos, bem devagarinho... Pra eu ainda ter o gostinho de te ver sorrir, de te deixar partir de mansinho.

E eu vou inventando cores, vou criando amores.

Vai Andando.

Não vou te matar dentro de mim! A tua lembrança me traz um gosto bom, me lembra de doce. Quando penso em ti, o vento sopra calmo, como se fosse você soprando pra me fazer ondular. Tem pessoas que crescem demais dentro da gente, e isso dói. Você foi feito pra ficar desse jeito dentro da minha alma, um tamanho bom, confortável. O meu sorriso mais infantil vai ser sempre teu, por ter compreendido a minha imaginação, e por ter encarado as minhas fantasias como realidade doce... Talvez por isso eu sinta teu gosto tão doce. Eu vou construindo de novo o que tinha desabado, mas nunca igual. Depois da queda sempre surge um castelo novo, mais bonito e talvez mais alto. Se você olhar bem as minhas construções, o meu mundo novo, vai perceber que tem muito de você nele... Então não se preocupe, você nunca morrerá dentro de mim. Você me fez calma quando a tempestade caía, e as tuas lembranças vão fazer meu castelo ser doce, como você!
Vai andando, vai caminhando, vai sorrindo... Que a vida te mostra que nem tudo é tão despedida assim!
Vai soprando, vai adoçando... Que eu deixo ver que você vai ficar pra sempre dentro de mim!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Eu queria

“Eu queria o teu casaco grande, que me faz parecer pequena o suficiente pra caber nas tuas mãos! Eu queria o teu abraço quente, que me faz parecer uma criança aconchegada. Eu queria o teu sorriso largo que me faz parecer uma boba perdida no teu rosto. Eu queria tuas decisões firmes que me fazem parecer corajosa. Eu queria os teus gestos simples e o teu bom dia sonolento ao telefone, que me fazem parecer a pessoa mais feliz do mundo. Eu queria tudo teu que me faz parecer perfeita por estar contigo.”

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Eu fiquei pensando...

“Eu fiquei pensando sabe... Nós nos encontramos de um jeito meio errado, foi tudo desabando. As palavras, eu... Você. Todo mundo meio perdido, igual cego em tiroteio. Eu fiquei pensando, não sei como vai ser o futuro, mas acho que essa foi a história mais certa. Posso estar enganada é claro, mas percebi que tiramos o melhor um do outro. Você me fez sorrir quando o mundo desabava logo ali atrás. E eu te dei tudo que tinha, te ofereci absolutamente tudo que eu conhecia dentro de mim. Sentimentos, poesias, imaginações e alegrias. Você foi me conhecendo, e eu fui te aprendendo. Eu te observei e você me encontrou na minha confusão.
Mas enfim, eu fiquei pensando... Tiramos o melhor de nós dois. Cicatrizes se curaram, e olhos se abriram para um novo. E ás vezes uma história pra ser feliz, pra ser perfeita, depende do fato de “acabar” na hora certa! De afastar com mansidão... De virar história na hora certa!
E, eu fiquei pensando que foi bom... E vai continuar sendo bom. Desculpa pelos atropelos, desculpa pela confusão! E obrigada pelas risadas, pelos sentimentos, pela amizade!
Falando em amizade... Eu fiquei pensando: Ela continua?”

Ligia Lima.