Quer uma dica?
Não corra pra cima de mim! Ande devagar, e me faça ouvir teus passos firmes e calmos. Quando você chegar, eu já vou estar quase acostumada a você!
Não se apresse! Se você fizer tudo acontecer rápido demais, talvez não sobre nada no final.
Beije suavemente! O mundo não vai acabar, e se eu estou aqui com você... é porque desejo. Não vou fugir!
Tenha decisões firmes, mas não decida por mim! Talvez o que você acha melhor e mais interessante, seja totalmente avesso aos meus princípios.
Você tem todas as armas, sabe o caminho... Decida por si mesmo! Eu não quero vento forte, só quero teu sopro calmo e suave. Eu não sou mar agitado, não gosto de vendaval. Sou muito mais um fim de tarde calmo com pôr-do-sol bonito.
Minhas atitudes dependem das tuas respostas! E não esqueça... Tem coisas que são melhores quando ficam só na nossa imaginação!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Cuida de Mim
Sabe quando parece que você esqueceu!? Esqueceu de como se faz pra sorrir de verdade, pra sentir de verdade. Sabe aqueles momentos que parece que nada mais faz sentido, e você caminha por caminhar, só vai andando sem destino certo.
Mas aí, a lua brilha... e as estrelas aparecem. E alguém te faz perceber que ainda não acabou, e que não dá pra desistir! Alguém te mostra que você é especial, alguém te conserta.
Eu quero te dar a estrela que brilha mais, e quero te dar a nota mais afinada! Eu quero te dar meus passos certos, e te oferecer os sorrisos sinceros que você provoca.
É assim que, bem devagar, você me conserta. Andando ao meu lado, você me guia. É assim que sem nem perceber, o que sentimos cresce... e um dia aparece!
Eu já te sinto em mim, já compartilho com você o que de mais secreto havia. E você me completando nas igualdades, tem me deixado livre pra voar, cada vez mais alto... e cada vez mais ao seu lado!
Eu te agradeço, por voar nas nuvens comigo, por me trazer a lua... e por aceitar a estrela mais brilhante e a nota mais afinada, que singelamente eu queria te entregar!
Mas aí, a lua brilha... e as estrelas aparecem. E alguém te faz perceber que ainda não acabou, e que não dá pra desistir! Alguém te mostra que você é especial, alguém te conserta.
Eu quero te dar a estrela que brilha mais, e quero te dar a nota mais afinada! Eu quero te dar meus passos certos, e te oferecer os sorrisos sinceros que você provoca.
É assim que, bem devagar, você me conserta. Andando ao meu lado, você me guia. É assim que sem nem perceber, o que sentimos cresce... e um dia aparece!
Eu já te sinto em mim, já compartilho com você o que de mais secreto havia. E você me completando nas igualdades, tem me deixado livre pra voar, cada vez mais alto... e cada vez mais ao seu lado!
Eu te agradeço, por voar nas nuvens comigo, por me trazer a lua... e por aceitar a estrela mais brilhante e a nota mais afinada, que singelamente eu queria te entregar!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Mansidão
O vento tem soprado tão forte sobre mim! Tem bagunçado todas as coisas que eu estava colocando no lugar. Como num vendaval, os estragos têm sido grandes demais, quase que irrecuperáveis. Sabe quando você desiste de levantar, porque sabe que vai cair novamente!?
Mas, de repente... O dia começou a ser mais bonito, e aquela ventania toda que me desorientava virou só uma brisa. Tão leve, calma, linda!
Confesso que no início eu relutei em aceitar que tudo tinha se acalmado. Parecia mentira. Aos poucos eu esqueci o vendaval, e já estava até conseguindo organizar de novo, devagar, tudo que o vento havia espalhado!
Foi a brisa que você soprou, que fez minha vida começar a entrar nos eixos, depois de tudo! Não quero que pare, mas tenho medo de te cansar... E eu tenho medo de depender do teu sopro.
Quando você parou foi que eu percebi que agora já é tarde... Completamente dependente da brisa que me devolve a vida e a alegria, que me dá inspiração.
Não vou te prender, mas quando você para, eu me perco!
Já sou dependente da tua mansidão.
Mas, de repente... O dia começou a ser mais bonito, e aquela ventania toda que me desorientava virou só uma brisa. Tão leve, calma, linda!
Confesso que no início eu relutei em aceitar que tudo tinha se acalmado. Parecia mentira. Aos poucos eu esqueci o vendaval, e já estava até conseguindo organizar de novo, devagar, tudo que o vento havia espalhado!
Foi a brisa que você soprou, que fez minha vida começar a entrar nos eixos, depois de tudo! Não quero que pare, mas tenho medo de te cansar... E eu tenho medo de depender do teu sopro.
Quando você parou foi que eu percebi que agora já é tarde... Completamente dependente da brisa que me devolve a vida e a alegria, que me dá inspiração.
Não vou te prender, mas quando você para, eu me perco!
Já sou dependente da tua mansidão.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Imperfeito
Eu ouvi tantos contos de fadas, imaginei tantos castelos perfeitos com príncipes felizes.
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"O que imaginamos é fruto da nossa mente, o que sentimos é fruto do nosso coração. Não racionalize aquilo que só se deve sentir!"
Mas eu fui aprendendo que o castelo pode cair se você o faz muito alto e também pode ser soterrado se você o deixa pequeno demais.
A vida então me mostrou que aquele príncipe não é, e nem precisa ser perfeito. Ele só precisa saber amar. E sabe aquele lindo final feliz... Ele não existe, e aposto que você nem vai querer que ele chegue. Qual é a graça? Se é nessa parte que a história acaba!
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A vida então me mostrou que aquele príncipe não é, e nem precisa ser perfeito. Ele só precisa saber amar. E sabe aquele lindo final feliz... Ele não existe, e aposto que você nem vai querer que ele chegue. Qual é a graça? Se é nessa parte que a história acaba!
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"O que imaginamos é fruto da nossa mente, o que sentimos é fruto do nosso coração. Não racionalize aquilo que só se deve sentir!"
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Excite a Alma
Tantas relações supérfluas, pessoas pensando só no que é do corpo.
Tanto dinheiro passando pela cabeça de muitos, dinheiro que sobra, dinheiro que falta, dinheiro que compra, dinheiro que arrasa.
E o que fica pra alma? O que sobra pro coração, o que se guarda na mente.
Tudo é vazio, solidão. Os compromisso rápidos de uma noite só.
Os beijos apressados de cinco minutos, sem sentir o verdadeiro gosto, sem sentir o verdadeiro sentido.
Homens de hoje, não basta apenas excitar o corpo... É preciso excitar a alma.
De que serve o carro bonito, e o corpo escultural. Pode até arrancar desejos de posse, mas o frio na espinha, as borboletas no estômago... não, isso é só da alma.
O prazer total só se dá, quando duas almas puderem se encontrar inteiramente. Despidas de interesses mundanos, despidas de preconceitos, e somente munidas do amor.
Então, pare de buscar no material o seu prazer interior. Abra sua alma, deixe-se entregar para o tão sonhado AMOR DA ALMA.
"As coisas foram feitas para serem usadas, e as pessoas para serem amadas.
Mas o homem insiste em amar as coisas e usar as pessoas."
Tanto dinheiro passando pela cabeça de muitos, dinheiro que sobra, dinheiro que falta, dinheiro que compra, dinheiro que arrasa.
E o que fica pra alma? O que sobra pro coração, o que se guarda na mente.
Tudo é vazio, solidão. Os compromisso rápidos de uma noite só.
Os beijos apressados de cinco minutos, sem sentir o verdadeiro gosto, sem sentir o verdadeiro sentido.
Homens de hoje, não basta apenas excitar o corpo... É preciso excitar a alma.
De que serve o carro bonito, e o corpo escultural. Pode até arrancar desejos de posse, mas o frio na espinha, as borboletas no estômago... não, isso é só da alma.
O prazer total só se dá, quando duas almas puderem se encontrar inteiramente. Despidas de interesses mundanos, despidas de preconceitos, e somente munidas do amor.
Então, pare de buscar no material o seu prazer interior. Abra sua alma, deixe-se entregar para o tão sonhado AMOR DA ALMA.
"As coisas foram feitas para serem usadas, e as pessoas para serem amadas.
Mas o homem insiste em amar as coisas e usar as pessoas."
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A Dor Que Dói Mais
"Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.(...)"
Martha Medeiros
P.S.: Ela dispensa qualquer tipo de complemento.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.(...)"
Martha Medeiros
P.S.: Ela dispensa qualquer tipo de complemento.
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